quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Entrevista
A entrevista foi feita virtualmente por e-mail e os gráficos abaixo mostram os resultados das respectivas perguntas:
1)A corrida eleitoral é um processo que começa muito antes do dia da votação. Numere, dentre as opções que seguem, de 1 a 5, as estratégias que você considera mais a menos relevantes para a divulgação da campanha eleitoral?
( )Horário eleitoral (TV,rádio)
( )Carros de som
( )Panfletos
( )Comícios
( )Corpo a corpo
2) Quais os investimentos mais necessários e importantes para o desenvolvimento de nossa região e que merecem a atenção dos futuros governantes? Numere de 1 a 6 na medida da importância (um menos seis mais):
( )Educação
( )Saúde
( )Transporte
( )Infraestrutura
( )Serviços públicos
( )Outros* ________
3)Para se escolher um bom candidato é necessário conhecê-lo. Quais informações são para você mais relevantes? Numere de 1 a 5 (um menos e cinco mais):
( )Histórico político
( )Instrução
( )Ficha limpa
( )Partido político a que pertence
( )Outros* _______________________
4) Quanto tempo antes das eleições você tem seu voto decidido?
( )2 meses
( )1 mês
( )1 semana
( )Na data da eleição
5) Qual o principal critério de escolha de seu candidato?
( )Partido
( )Coligações
( )Pesquisas
( )Propostas
( )Credibilidade
6) Você lembra dos candidatos nos quais votou nas últimas eleições?
( )Sim
( )Não
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Vídeo - Crítica às eleições e aos políticos
terça-feira, 22 de junho de 2010
Análise crítica - "Uma urna dá trabalho"
Dilma Rousseff
terça-feira, 15 de junho de 2010
José Serra
O seu primeiro passo para entrar no mundo político foi quando, em 1962, ele entrou para o movimento estudantil como um dos organizadores de uma greve que abrangia todo o território nacional. Esse papel exercido por ele fez com que ele chamasse a atenção da Juventude Universitária Católica (JUC).
A sua primeira experiência de gestão foi o de presidente da União Estadual dos Estudantes, assim Serra e sua equipe criaram a UEE Volante e o Centro Popular de Cultura, que promovia iniciativas de teatro, música e artes plásticas.
Nesse mesmo clima de busca por iniciativas culturais, Serra (agora presidente da UNE – União Nacional dos Estudantes) percorreu o Brasil defendendo sua plataforma através de um discurso nacionalista e a favor de reformas.
Após tantas manifestações, Serra acabou sendo perseguido pelo governo militar; e três meses depois do golpe de Estado que derrubou João Goulart em 1964, ele seguiu para o exílio.
Em 1978, José Serra retornou ao Brasil. Aqui ajudou a fundar o PMDB, a partir do antigo MDB, sendo relator do primeiro programa do partido. No governo Franco Montoro (1983-1987), foi Secretário de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo.
Sua carreira politícia seguiu-se quando elegeu como deputado federal em 1986 e reelegeu-se em 1990. Em 1994, José Serra foi eleito senador pelo Estado de São Paulo. Logo após isso, ele ocupou o Ministério do Planejamento e Orçamento do Governo de Fernando Henrique Cardoso até meados de 1996. No início de 1998, ele assumiu o Ministério da Saúde e desenvolveu uma campanha de combate à AIDS que é reconhecida e adotada por diversos países. Também implantou os genéricos e regulamentou a lei de patentes, fazendo aprovar uma resolução da Organização Mundial do Comércio que permite aos países quebrarem patentes em caso de interesse da saúde pública.
Em 2004, José Serra assumiu a prefeitura de São Paulo, com um desempenho que correspondeu a sua imagem de administrador eficiente e aumentou sua popularidade. Assim, mesmo tendo feito a promessa de cumprir integralmente o mandato como prefeito, deixou o cargo para concorrer ao governo do Estado. Conseguiu conquistar o eleitorado da capital e do interior, elegendo-se governador de São Paulo, no primeiro turno, em outubro de 2006.
Marina Silva
Marina Silva, candidata à presidência do Brasil, é professora e ambientalista. Sua trajetória política começou quando na faculdade ela entrou para um agrupamento político “semiclandestino”, o Partido Revolucionário Comunista (PRC), que mais tarde seria incorporado ao PT.
Foi companheira de luta de Chico Mendes e com ele fundou a CUT do Acre em 1985, da qual foi vice-coordenadora até 1986. No mesmo ano, juntou-se ao Partido dos Trabalhadores e candidatou-se à deputada federal, porém não foi eleita.
Atuando na política como vereadora causou muita polêmica devido ao fato de combater os privilégios dos vereadores e devolver benefícios financeiros. Isso fez com que ela passasse a ter muitos adversários políticos, porém agradou muitos eleitores de visão esquerdista.
Em 1994, foi eleita senadora pelo Estado do Acre. Foi Secretária Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Partido dos Trabalhadores de 1995 a 1997. Suas políticas ambientalistas fizeram com que ela se tornasse uma das principais vozes da Amazônia, entre os projetos que ela desenvolveu, se destaca o de regulamentação do acesso aos recursos da biodiversidade.
Em 1996, recebeu o Prêmio Goldmann de Meio Ambiente pela América Latina e Caribe, nos Estados Unidos. Em 2007, a ministra Marina Silva repassou a gestão das unidades de conservação da natureza federais para o Instituto Chico Mendes.
Em 2003, com a eleição de Lula para a Presidência, foi nomeada ministra do Meio Ambiente. Desde então, enfrentou conflitos com outros ministros, por causa dos seus interesses econômicos que divergiam em relação aos objetivos de preservação ambiental.
Em 2007, Marina recebeu o maior prêmio das Nações Unidas na área ambiental - o Champinhons of the Earth (Campeões da Terra). E em 13 de maio de 2008, cinco dias após o lançamento do “Plano Amazônia Sustentável” (PAS), Marina Silva pediu demissão ao Presidente da República em razão da falta de apoio à política ambiental.
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Podemos relacionar a história de vida da candidata, com os grandes projetos ambientais que ela está popularizando em sua campanha. Ela também fala muito em reajuste para aposentados. No decorrer do nosso trabalho vamos nos aprofundar mais em metas eleitorais, esclarecendo o que ela está “prometendo”.
Atenção para a escolha
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Reflexão pré-eleitoral, Astor Warchow
Comentários:
Artur Warchow desenvolveu o seu texto em torno dos problemas que envolvem tanto o processo eleitoral como às conseqüências que ele traz para a sociedade. Pois acabada às eleições, segundo ele, os cidadãos que foram responsáveis pela candidatura de tal político acabam virando apenas coadjuvantes no processo de administração da República.
Os políticos deveriam apenas desempenhar o papel de nossos representantes, mas ganham enormes poderes, poderes que lhe conferem o direito de tomar decisões que deviam ser nossas, deviam ser da população. Afinal de conta somos uma República, não somos?
E o maior problema de todos, é que nós nos submetemos a isso sem ao menos questionar. Muitas vezes parece que a importância das eleições está apenas na escolha do voto, acabado esse compromisso está tudo solucionado. Mas é preciso que nossa participação não se retenha a isso, precisamos que ocorra essa seja mais ativa e ajude no desenvolvimento de uma nação mais justa.
Em quem vou votar pra presidente, por David Coimbra
O Jesus Cristo ideal é o filósofo, não o Cristo.
A psicanálise verdadeiramente revolucionária de Freud é a do pensamento, não a terapêutica.
O budismo de Buda não é religião. Nem crença. Nem seita. É filosofia, e filosofia ateia.
Os homens se apropriam das grandes ideias e as deformam de acordo com seus interesses. Jesus, Freud e Buda estremeceriam ante o uso que se faz do cristianismo, da psicanálise e do budismo.
O centro ideológico da filosofia de Jesus foi expresso no Sermão da Montanha. É um manifesto genial e, depois de 21 séculos, ainda avançado. Num trecho essencial, Jesus diz que as pessoas julgam os outros com sua própria medida. E adverte:
– Com a medida que julgares, serás julgado.
Não se trata de maldição, nem de previsão mística: é conclusão lógica. Ninguém é totalmente bom ou totalmente ruim. Você pode ver coisas boas ou más em cada pessoa, depende de você. Se dentro de você reside a maldade, você verá maldade em tudo que olhar. Você interpreta o mundo e as outras pessoas de acordo com seus próprios parâmetros.
Assim, numa cultura em que o dinheiro é o principal valor, como a brasileira, as pessoas sempre raciocinam a partir do seguinte questionamento:
“O que ele quer ganhar com isso?”
Os outros nunca fazem nada por acreditar no que estão dizendo. Os outros sempre têm interesses escusos. Interesses, evidentemente, monetários.
O candidato a qualquer cargo público, no Brasil, vive sob essa desconfiança permanente.
O brasileiro supõe, a priori, que o candidato faz promessas para se eleger, a fim de, eleito, se locupletar. É uma visão ao mesmo tempo maliciosa e pueril. Porque a maioria dos homens públicos é homem público por outras razões, que transitam à margem do acúmulo rasteiro do vil metal.
Às vezes o é pelo poder, às vezes pelo prestígio. E às vezes por achar que ele pode, de fato, fazer algo pelas outras pessoas. Ou seja: às vezes o candidato está bem-intencionado.
É o caso dos três principais candidatos à Presidência da República, Dilma, Serra e Marina. Tive a oportunidade de conhecê-los mais de perto ao entrevistá-los nas edições do Painel RBS. São pessoas honradas, que querem fazer o bem, cada qual com suas características.
Serra é um gerente paulista com a eficiência e a competência típicas de um gerente paulista, mas também com o cartesianismo arraigado de todo gerente paulista. Dilma é uma desenvolvimentista aparafusada na realidade brasileira, uma estudiosa que sabe o que quer, uma especialista em governo que tem o governo todo dentro da cabeça. Marina é uma pessoa sensível e corajosa, com uma ideia de mundo menos materialista e mais humana do que os outros dois, uma mulher que tem no olhar uma sombra de tristeza inerente da condição feminina e uma luz de sabedoria inerente da condição de mãe.
O Brasil estará razoavelmente bem servido com qualquer dos três candidatos que escolher.
Eu já escolhi o meu.
Comentários:
David Coimbra inicia o seu texto com uma pequena reflexão sobre antigas filosofias e destaca o pensamento:
– "Com a medida que julgares, serás julgado".
Após isso ele faz uma adaptação ao atual modelo de vida da sociedade em que o dinheiro está sempre em primeiro plano. E chega à pergunta:
-“O que ele quer ganhar com isso?”
Aí está escancarado o problema pelo qual passamos ao tentarmos escolher o nosso candidato para as eleições, pois partimos do pressuposto que precisamos de alguma razão para tomar qualquer atitude.
O homem mantém uma permanente desconfiança em relação aos políticos, presumindo que todas as promessas deles são feitas apenas para que se atinja a conquista do mandato e nada mais.
David Coimbra sugere que é possível que o político esteja bem-intencionado e que é necessário que "deixemos de lado" esse preconceito formado pela sociedade e passemos a olhá-los com "melhores olhos".
As eleições estão chegando e os candidatos que se destacam para a conquista da presidência são Dilma, Serra e Marina; que apesar de terem filosofias muito diferentes sobre como o Brasil deve traçar o seu caminho para atingir o desenvolvimento, são pessoas honradas e com totais condições de administrar o nosso país.
Link:
http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2010/05/21/em-quem-vou-votar-para-presidente/?topo=2,1,1,,,2
O Jesus Cristo ideal é o filósofo, não o Cristo.
A psicanálise verdadeiramente revolucionária de Freud é a do pensamento, não a terapêutica.
O budismo de Buda não é religião. Nem crença. Nem seita. É filosofia, e filosofia ateia.
Os homens se apropriam das grandes ideias e as deformam de acordo com seus interesses. Jesus, Freud e Buda estremeceriam ante o uso que se faz do cristianismo, da psicanálise e do budismo.
O centro ideológico da filosofia de Jesus foi expresso no Sermão da Montanha. É um manifesto genial e, depois de 21 séculos, ainda avançado. Num trecho essencial, Jesus diz que as pessoas julgam os outros com sua própria medida. E adverte:
– Com a medida que julgares, serás julgado.
Não se trata de maldição, nem de previsão mística: é conclusão lógica. Ninguém é totalmente bom ou totalmente ruim. Você pode ver coisas boas ou más em cada pessoa, depende de você. Se dentro de você reside a maldade, você verá maldade em tudo que olhar. Você interpreta o mundo e as outras pessoas de acordo com seus próprios parâmetros.
Assim, numa cultura em que o dinheiro é o principal valor, como a brasileira, as pessoas sempre raciocinam a partir do seguinte questionamento:
“O que ele quer ganhar com isso?”
Os outros nunca fazem nada por acreditar no que estão dizendo. Os outros sempre têm interesses escusos. Interesses, evidentemente, monetários.
O candidato a qualquer cargo público, no Brasil, vive sob essa desconfiança permanente.
O brasileiro supõe, a priori, que o candidato faz promessas para se eleger, a fim de, eleito, se locupletar. É uma visão ao mesmo tempo maliciosa e pueril. Porque a maioria dos homens públicos é homem público por outras razões, que transitam à margem do acúmulo rasteiro do vil metal.
Às vezes o é pelo poder, às vezes pelo prestígio. E às vezes por achar que ele pode, de fato, fazer algo pelas outras pessoas. Ou seja: às vezes o candidato está bem-intencionado.
É o caso dos três principais candidatos à Presidência da República, Dilma, Serra e Marina. Tive a oportunidade de conhecê-los mais de perto ao entrevistá-los nas edições do Painel RBS. São pessoas honradas, que querem fazer o bem, cada qual com suas características.
Serra é um gerente paulista com a eficiência e a competência típicas de um gerente paulista, mas também com o cartesianismo arraigado de todo gerente paulista. Dilma é uma desenvolvimentista aparafusada na realidade brasileira, uma estudiosa que sabe o que quer, uma especialista em governo que tem o governo todo dentro da cabeça. Marina é uma pessoa sensível e corajosa, com uma ideia de mundo menos materialista e mais humana do que os outros dois, uma mulher que tem no olhar uma sombra de tristeza inerente da condição feminina e uma luz de sabedoria inerente da condição de mãe.
O Brasil estará razoavelmente bem servido com qualquer dos três candidatos que escolher.
Eu já escolhi o meu.
Comentários:
David Coimbra inicia o seu texto com uma pequena reflexão sobre antigas filosofias e destaca o pensamento:
– "Com a medida que julgares, serás julgado".
Após isso ele faz uma adaptação ao atual modelo de vida da sociedade em que o dinheiro está sempre em primeiro plano. E chega à pergunta:
-“O que ele quer ganhar com isso?”
Aí está escancarado o problema pelo qual passamos ao tentarmos escolher o nosso candidato para as eleições, pois partimos do pressuposto que precisamos de alguma razão para tomar qualquer atitude.
O homem mantém uma permanente desconfiança em relação aos políticos, presumindo que todas as promessas deles são feitas apenas para que se atinja a conquista do mandato e nada mais.
David Coimbra sugere que é possível que o político esteja bem-intencionado e que é necessário que "deixemos de lado" esse preconceito formado pela sociedade e passemos a olhá-los com "melhores olhos".
As eleições estão chegando e os candidatos que se destacam para a conquista da presidência são Dilma, Serra e Marina; que apesar de terem filosofias muito diferentes sobre como o Brasil deve traçar o seu caminho para atingir o desenvolvimento, são pessoas honradas e com totais condições de administrar o nosso país.
Link:
http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2010/05/21/em-quem-vou-votar-para-presidente/?topo=2,1,1,,,2
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Hora do vídeo
A música da banda Legião Urbana expressa de forma irônica problemas que nos impedem de ser mais cidadãos, expondo no decorrer do vídeo fotos que mostram com maior clareza nossos problemas, futilidades, ganância, preconceito, entre outros.
Eles fazem também algumas retrospectivas há alguns dos principais fatos da história, mostrando imagens de Hitler, da segunda Guerra mundial, de alguns revolucionários e de vários acontecimentos catastróficos.
No fim da música fica claro uma idéia de esperança, dizendo que o amor ainda pode mudar muita coisa no mundo. Temos também uma breve explicação de cidadania, onde vemos vários valores embutidos nesta palavra.
Obs.: O material foi realizado por alunas do segundo grau do ensino médio na matéria de sociologia.
Introdução:
Tendo esta ideia em mente o blog foi criado com o intuíto de trazer informações sobre a dinamica social de diversos grupos, e as transições pelas quais elas passaram até chegarmos aos dias de hoje.
Procuraremos esclarecer a construção (origens) e significado da palavra “cidadania” para mostrar neste como pode ser empregada no nosso dia-a-dia. Envolverá também nosso conhecimento histórico, contendo idéias iluministas para todos estes conceitos de ser cidadão que possuimos e devemos praticar, já que ao analisar históricamente observamos que houve muita luta para uma sociedade com os mesmo direitos e que o o estado existe para proteger e garantir os direitos da população.